"Penso, logo existo". Eis a frase de Descartes proferida no século XVII. O pensar sempre permeou a ação humana e faz parte de sua especifidade filo e ontogenética. Mas como pensar? Como aprender a pensar? Conhecemos nossos pensamentos, isto é, o que pensamos?
O pensar é parte da cognição humana. Nós aprendemos por que pensamos e pensando é que aprendemos. À medida em que aprendemos construímos nosso conhecimento e ampliamos nossas capacidades de aprender ainda mais.
Todavia, pensar e aprender nem sempre significa realizar. A prerrogativa de quem aprende é que o conhecimento adquirido venha aparecer na prática, mas sempre isso é possível. A relação entre saber e saber fazer envolve subjetividade e a capacidade de se recolocar frente a práticas antigas; e poucas pessoas pensam sobre seus conceitos e condutas.
Na verdade, antes de realizarmos uma ação, um pensamento antecedeu. Saber pensar o certo e saber evitar precipitações é um começo a pensar sobre nós mesmos. Antes de concretizar ações, pensar sobre elas é evitar o erro.
Se o pensamento é subjetivo, e nosso pensar e realizar advém dele, somos o que pensamos e pensamos como somos, pois tudo começa e termina no pensamento.
Nenhum comentário :
Postar um comentário